O QUE DEVE SER UMA IGREJA

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Church’s money giveaway: Alsip pastor’s cash prizes fill pews

Minister’s focus is to help congregation pay bills and begin a debt-free life

Cash prizes at church

In Alsip, the Rev. Dan Willis holds a box with cash that he gives to lucky worshipers at his services. (Tribune photo by Zbigniew Bzdak / October 28, 2.009 AD)

 

 

By Lolly Bowean

Tribune reporter

November 2, 2.009 AD

At Lighthouse Church of All Nations in Alsip, the congregation can get more than just prayer at the Sunday worship services.

If a lucky — or "blessed and highly favored" — churchgoer is in the right seat, they can also receive a cash prize.

At each of the three Sunday services, the Rev. Dan Willis pulls a number of one seat from a bag and the worshiper in that seat wins a cash prize. Two of the churchgoers win $250 and the third gets $500. The church gives away $1,000 each Sunday, Willis said.

The cash prize is part of Willis’ recent focus on helping his congregation pay bills and begin a debt-free life, he said.

"We’ve had soooo many of our people displaced from jobs, facing foreclosure," he said. "When people’s faith was high, their debt was down. When their faith was down, their debt was high. I realized the two are connected."

Willis concedes the cash prize is a gimmick to fill the pews. But he’s unapologetic about the plan, because it’s working. On a typical Sunday, his church draws about 1,600 people to its three Sunday services. But since the money giveaway started, about five weeks ago, the congregation has grown to about 2,500 each week, he said. The money for the giveaway comes from the church offering. Lighthouse is a non-denominational church.

"If I can get someone in here and teach them and give them money, that’s what I’m going to do," he said.

As part of the lessons, Willis set up a shredder near the pulpit to encourage church members to shred their credit cards and commit to stop spending. He talks about budgeting, tackling past-due bills and saving. He encourages the prize winners to use the money to pay down their bills, rather than splurge on new items. One Sunday, he gave away 15 savings accounts with $25 already in them. And he had bank representatives at the service so church members could set up accounts.

"The Bible says even an ant stores up in the summer so it can live in the winter," Willis said. "Even an ant can teach us. Even an ant knows how to save. We, with intellect, don’t know how to do it. When people see that in Scripture, it takes on a whole different level."

lbowean@tribune.com

Copyright © 2009, Chicago Tribune

CONTRA A DOMINUS IESUS

Há, pelo menos, quatro Cristos na literatura religiosa: 1) CRISTO CÓSMICO; 2) CRISTO PLANETÁRIO; 3) CRISTO DA FÉ e 4) CRISTO HISTÓRICO (ou JESUS HISTÓRICO).

        1) Cristo cósmico: no Movimento Nova Era (e também no esoterismo, no ocultismo e até mesmo na opinião de vários pensadores cristãos), existe o chamado “Cristo cósmico” ou “Cristo Universal”, distinto do “Cristo histórico” (ou “Jesus histórico”). O “Jesus histórico” seria uma dentre as muitas manifestações do “Cristo cósmico” ou “Cristo Universal”.

        O “Cristo cósmico” (ou “Cristo Universal”) é concebido pelo famoso padre jesuíta francês Pierre Teilhard de Chardin (1881-1955), como “o centro orgânico de todo o universo” (apud KING, 2002, p. 120).

        Segundo o Movimento Nova Era, na linha de muitas religiões e/ou filosofias orientais, o Cristo cósmico é conceituado nos seguintes termos:

Entidade ou ser espiritual que os aderentes do movimento [Nova Era] acreditam que habitou em Jesus desde o seu baPtismo até À sua crucificação. Os adeptos da Nova Era freqUentemente falam de Cristo como um ser “divino”, mas referem-SE ao Cristo cósmico, e não a Jesus de Nazaré (DRCO, verbete Cristo cósmico).

         Conforme esclarece Ursula King, a idéia de um “Cristo cósmico” não é nova, porquanto, de um modo ou de outro, ela está presente já no Novo Testamento, particularmente no prólogo do Evangelho de João (Jo 1, 1-18) e nas epístolas de Paulo, sobretudo na carta aos Colossenses (cf. Cl 1, 12-20), bem como na teologia de alguns Pais da Igreja, como em Orígenes.

         Segundo o Evangelho de João, o Cristo cósmico é o Logos (Verbo) que, no princípio, estava com Deus e pelo qual foram feitas todas as coisas. Para o apóstolo Paulo (cf. Cl 1,15-20), o Cristo cósmico é o “primogênito de toda criatura”, tanto do mundo visível como invisível, anterior aos homens e aos anjos, porque por ele e para ele foram feitas todas as coisas.

         O ex-padre jesuíta Huberto Rohden, em seu livro Rumo à Consciência Cósmica (s.d., p. 27-28), também distingue o Cristo cósmico do Jesus histórico. Segundo esse mesmo autor (ibid.), o “Cristo cósmico” pode ser também designado pelas seguintes expressões: o “Eu divino em cada um de nós”, o nosso “Cristo Interno”, o “Pai em nós” e o “Reino de Deus no homem”.

  Enquanto os seguidores da distinção entre o Cristo cósmico e o Cristo histórico (ou Jesus histórico) defendem, pluralisticamente, que o Cristo cósmico estaria presente não só no cristianismo, mas em todas as religiões do mundo, a grande maioria dos cristãos rejeita essa tese pluralista, confessando que não há distinção entre o Cristo cósmico e o Cristo histórico (ou Jesus histórico), argumentando que essa distinção constitui uma séria ameaça para a fé cristã tradicional (cf. AQUINO, 2002b, p. 39).

  2) Cristo planetário: há também alguns espiritualistas (por ex., RAMATIS, 2001, p. 77ss) que distinguem o chamado “Cristo planetário” (o “Logos” ou “Cristo do planeta Terra”) do “Jesus histórico” ou “Cristo histórico”, afirmando que Jesus (o “Jesus histórico”) é uma entidade angélica, enquanto o “Cristo planetário” é uma entidade arcangélica.

   NO seu livro O Evangelho à Luz do Cosmo, Ramatis deixa bem claro que o Jesus histórico não é o Cristo planetário ou Deus:

Já é tempo de a humanidade entender que Jesus de Nazaré não é especificamente o Cristo, ou D-us, mas o sublime médium, o mais qualificado representante da Divindade na face da Terra, a fim de transmitir a mensagem libertadora do Evangelho! (RAMATIS, 1996b, p. 161-162)

  Ramatis elucida ainda que o Cristo planetário governa dentro da Lei do amor Universal, tornando-se, por isso mesmo, sinónimo do Amor Universal (chamado também de “Amor Crístico”):

Cada orbe ou planeta possui o seu Cristo Planetário, que é a fonte do Amor Ilimitado, a vitalidade, o sustento das almas encarnadas ou desencarnadas num determinado ciclo de evolução e angelitude! […] O homem crístico não se vincula com exclusividade a qualquer religião ou doutrina espiritualista; […] pois é o adepto incondicional de uma só doutrina ou religião – o Amor Universal! […] É avesso aos rótulos do mundo, alérgico às determinações separativistas e para ele só existe uma religião latente na alma – o Amor!(RAMATIS, 1996c, p. 280) (negrito meu).

  Não foi exaCtamente esTa Religião do Amor Universal que o Jesus histórico tanto pregou aos seus discípulos? Nesse sentido, devo concordar inteiramente com esTa dimensão pluralista do “Cristo planetário”, acrescentando apenas a idEia de que, enquanto esta Verdadeira Religião do Amor Universal (ou Crístico) não for vivida na Terra, continuarão a existir os conflitos, as divisões, as guerras, as discriminações e os preconceitos de toda A ordem.

  3) Cristo da fé: figura celeste/mítica, que, para a maioria dos cristãos, é o Filho UnigÉnito de D-us, ou melhor, o próprio D-us encarnado no ventre de Maria, por obra e graça do Espírito Santo, o único mediador entre D-us e os homens, o único salvador da humanidade pecadora (mediante A sua morte e ressurreição), o fundador de uma nova e verdadeira religião – o “cristianismo dos cristãos” – e o fundador (segundo alegam os católicos) da única e verdadeira igreja (a Igreja Católica).

  4) Cristo histórico (ou Jesus histórico): a partir do final do século XVIII, com o surgimento dos estudos histórico-críticos dos evangelhos, tornou-se comum fazer uma distinção muito constrangedora para a maioria dos cristãos entre o Cristo da fé e o Jesus histórico (ou Cristo histórico). Os próprios cristãos pesquisadores, particularmente os protestantes liberais, começaram a comprovar, mediante os seus estudos, que se trata de dois personagens distintos. O primeiro é uma figura celeste a quem se atribui um papel mítico, sendo o próprio D-us que se encarnou miraculosamente no ventre de Maria, para salvar a humanidade, que fundou uma nova religião e uma igreja exclusivistas, enquanto o segundo é um personagem histórico, real, um profeta (um sábio), que nunca atribuiu a si mesmo os títulos míticos e exclusivistas de único D-us encarnado ou de único salvador da humanidade, mas que veio ensinar ao homem uma forma de vida capaz de o libertar do mal e conquistar o Reino de D-us, mediante a vivência de um código de leis morais universais.

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About EL HINCHA Mag Cal Cauvin Calvinista Inclusivo

Protestante por consciência calvinista e zuingliana, um teísta remanescente (cristão integrado na Oholyáo de YÁOHU UL) antinominiano ecuménico e inclusivo (agostiniano, espiritualidade carmelita dos descalços, espiritualidade montfortina, espiritualidade dos presbiteranos liberais da PCUSA: http://www.pcusa.org/, cristianismo redivivo; atento às notícias da ciência hodierna, sempre numa perspectiva inclusiva de todos os Yaoshorulitas e demais seres relacionais) por a absoluta graça do Soberano YÁOHU UL da História e da legenda. Protestante reformado (Baptista particular), cheunguiano (Vincent Cheung, vide: http://robertovargas-make.blogspot.com/2010/08/da-interpretacao-de-textos.html), pós-milenista bíblico, preterista parcial, reconstrucionista(herancareformada.blogspot.com/ 2010/02/o-teonomismo-implicacoes-teologicas.html), teonomista (dominionista), pressuposicionalista, supralapsariano (http://www.monergismo.com/textos/predestinacao/infra_supra_phil.htm), tudo em desenvolvimento; reformar sempre a reformar. Sempre a reformar.

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