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World News & Prophecy
December 17, 2009 – What Do You Really Want for Christmas?

Dear World News and Prophecy Subscriber,

This week I was watching my favorite television show, NCIS. It was their Christmas show where they use a normal plotline to convey a seasonal message of peace and goodwill toward men. While watching this episode, it finally dawned on me what it is that people really want for Christmas.

Jethro, the lead character in the series, a former Marine with a no-nonsense approach, received a visit from his father. The older man came to visit and really only wanted to connect with his son after many years of estrangement. He felt the only solution was to sit and talk with his son. I can relate to that, as can many of you.

Another plotline in the show, a Christmas "wish," was that of a young boy who only wanted to talk to his mother who was stationed on a Navy ship in the Indian Ocean. Theirs was a relationship broken by the tragedy of war.

What is it that people sincerely seek in the Christmas season? What do they truly want from all the celebration, shopping and gatherings? Is it a celebration of Christ’s birth and worship of God for sending His Son?

What humans want, what you and I desperately desire, is healing for broken relationships. What they get is often anything but the healing. The spending, the form of worship and all the celebrations fail to deliver this most basic of human needs.

 

Healing of broken relationships

 

Every year at this time the crisis hotlines are flooded with calls from people who are depressed and reach out for someone to listen to them and provide help. I have had calls from and counseled people at this time of year who get lonely. They mix regret and sadness with alcohol and make things even worse. They seek a connection to something that will fill the void of their life.

Christmas comes wrapped in a pagan myth that has been sanitized with modern concepts of Christianity. But such a holiday founded upon untruths cannot heal what is broken in people’s lives. What is broken is the connection of love—love for God and love for fellow man. Our relationships are broken. These need healing by love, mercy and forgiveness.

Christmas is many things in this modern world, and many things it is not. Most people realize Christmas was not the day nor the season when Christ was born. Many are appalled at the crass commercialism of the holiday that detracts and hides the true biblical meaning of Christ’s birth and His physical life. But one thing Christmas is—it is a time when many sincere people attempt to connect to family, friends and acquaintances at a deep and intimate level.

The Bible calls this grace and peace. Grace comes from God and creates a bond between us that nothing else can achieve. It is expressed in our love toward God and toward one another. It begins when we worship the true God in spirit and in truth. The bittersweet nostalgia and the often painful emotions brought forth in the Christmas season are but a symptom of the broken relationships with which so many struggle.

Christ said, "Come to me, all you who are weary and burdened, and I will give you rest. Take my yoke upon you and learn from me, for I am gentle and humble in heart, and you will find rest for your souls. For my yoke is easy and my burden is light" (Matthew 11:28-30, New International Version).

Rest for our souls—that’s what people really want for Christmas. They are looking for the right thing but in the wrong place. Christ—who is the only true source of peace of mind, heart and soul—is not in Christmas. He never has been and never will be. No matter how hard you try, you cannot put Him there.

Jesus Christ is revealed in the Holy Days He sanctioned and kept while alive on this earth. You can learn more about them from our online booklet Holidays or Holy Days: Does It Matter Which Days We Observe? Start reading now and begin fulfilling the deepest wish of all.

Darris McNeely
Keep watching,
Darris McNeely
Managing editor
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Exemplo do acima citado (World News & Prophecy E-mail Newsletters) para ilustrar: World News & Prophecy E-mail Newsletter:

Verbete: Escatologia; Tema: O FIM ESTÁ À VISTA?

Desde sempre a Igreja considerou eminente a segunda vinda de Jesus Cristo. Já lá vão dois mil anos sobre esta promessa central do Evangelho, no entanto ela não perdeu a sua relevância, pertinência e actualidade. Podemos mesmo dizer que nunca como hoje ela é mais relevante, pertinente e actual. Os dados estão aí. A urgência é cada vez maior.

Quaisquer que sejam as posições assumidas nos detalhes da doutrina a respeito das últimas coisas, todos os cristãos evangélicos acreditam na segunda vinda literal e histórica de Jesus Cristo em glória a esta Terra, dando cumprimento pleno a uma nova era de paz e de felicidade eternas.

Em qualquer caso é claro na Escritura Sagrada a impossibilidade de colocarmos uma data ou um horizonte temporal ao cumprimento da profecia respeitante à segunda vinda de Cristo, o que não invalida de modo algum a sua contínua eminência.

Isto significa, no meu entender, que a diferença de interpretação e compreensão a respeito dos detalhes na forma como as coisas ocorrerão (grande tribulação e milénio, entre outros), não devem servir de impedimento à unidade e à comunhão do corpo de Cristo.

Por outro lado tenho a convicção que a posição assumida relativamente ao modo como percebemos as últimas coisas é importante, para não dizer determinante e decisiva, em relação ao modo como encaramos o nosso propósito e desígnio presentes, a nossa missão e papel prioritários na sociedade em que vivemos e a nossa vida quotidiana.

Considero ainda que à semelhança do que pode acontecer noutras matérias os princípios de interpretação bíblica são nevrálgicos no que diz respeito às profecias bíblicas. Neste ponto prevalece o primado da Bíblia ser a sua própria intérprete, ou seja, de ser na Bíblia que temos de encontrar o sentido da revelação.

A promessa de retorno de Jesus é clara e objectiva nos textos bíblicos:

“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que onde eu estou estejais vós também.” (João 14:3)

Existem algumas questões que são essenciais na escatologia como disciplina que se debruça sobre a Palavra de Deus no que concerne às últimas coisas:

– A Igreja aquando da vinda de Jesus será uma Igreja dominante do ponto de vista político-económico-social tendo introduzido aí as alterações próprias do reino de Deus, numa versão mais ou menos radical do kingdom now (reino de Deus agora)?

– Deus irá ainda lidar com Israel enquanto nação?

– A segunda vinda de Cristo ocorrerá em um único momento ou terá lugar em duas fases distintas (antes e depois da grande tribulação)?

– Existe um período específico de tempo em que Satanás será preso dando origem ao que a Bíblia apresenta como o milénio, sendo que o Juízo Final só ocorrerá depois de ser solto e de uma batalha final?

Pessoalmente sou pré-tribulacionista, ou seja, perfilho a convicção de que a humanidade passará por um período de grandes catástrofes que ocorrerá apenas depois do arrebatamento da Igreja (Mateus 24:15-28; 2 Tessalonicenses 2:1-12). Nesta linha sou ainda pré-milenista, ou seja, acredito que depois da grande tribulação e antes do Juízo Final terá lugar o milénio durante o qual o Diabo estará preso e não poderá exercer a sua influência sobre as pessoas e as nações, findo o qual será solto e arrastará as nações para um último confronto no qual não prevalecerá, sendo então lançado no lago que arde com fogo e enxofre (Apocalipse 20).

Acredito que Jesus virá antes de um tempo tenebroso para a raça humana em que os efeitos da apostasia, da rebeldia, da desobediência e do pecado serão manifestos como nunca antes. Durante este período de tempo destacar-se-á uma trindade satânica constituída pelo Diabo, pelo Anticristo e pelo Falso Profeta (Apocalipse 13).

Acredito que a Igreja não vai passar por esse período à semelhança do que aconteceu com o Dilúvio e com Sodoma e Gomorra em que as pessoas tementes a Deus e que se achavam sob a graça escaparam e foram salvas (Mateus 24:37-41).

Acredito que durante esse período existirão duas fases distintas: na primeira existirá uma aparente prosperidade, bem-estar, segurança e paz; e uma segunda em que a realidade será totalmente diferente (Daniel 9:27).

Acredito que no fim desse tempo o povo de Israel será colocado num aperto tal em que o escape só pode vir do alto. Aí eles reconhecerão em Jesus Cristo o Messias prometido e rejeitado na Sua encarnação. Nessa altura ocorrerá a segunda fase da segunda vinda de Cristo, o Diabo será preso e dar-se-á início ao milénio.

Acredito que no fim do milénio o Diabo será solto e virá provocando um rebelião final que será dissipada pela intervenção de Cristo. Será então que ocorrerá o Juízo Final e definitivamente a rebelião cósmica será cancelada (Apocalipse 20).

Acredito na segunda vinda de Jesus Cristo e que vivemos dias muito especiais nos quais se cumprem os sinais derradeiros (Mateus 24:1-14). Não é possível de modo algum estabelecer uma data para a concretização desta promessa que atravessou os séculos até aos nossos dias e alimenta uma profunda esperança e expectativa no coração de todos os discípulos de Jesus. Sabemos de antemão que a ressurreição de Cristo demonstrou que a morte, o pecado, a doença, o sofrimento, a injustiça, a pobreza, a miséria, a degradação, não prevalecerão.

De entre esses sinais destacamos:

– A restauração da nação de Israel em 1948.

– O desaparecimento da União Soviética (1991) e a queda do muro de Berlim (1989).

– A constituição da União Europeia e da moeda única.

– O terrorismo internacional pós 11 de Setembro 2001.

– A destruição do ecossistema, o buraco do ozono, a delapidação dos recursos naturais.

– As alterações climáticas.

– As pandemias tendo à cabeça a SIDA que compromete nações inteiras.

– O aumento da miséria e do fosso entre ricos e pobres mesmo nos países ocidentais.

– O choque de civilizações e a guerra de religiões.

– A globalização.

– O pluralismo religioso e o relativismo ético (aborto, eutanásia, clonagem, homossexualidade, pornografia, etc.)

– As novas tecnologias e especialmente as que dizem respeito ao controle (segurança) dos cidadãos.

– O potencial das armas de destruição maciça e a corrida às mesmas por Estados fundamentalistas e não democráticos.

– A existência de substâncias radioactivas que facilmente podem contaminar o ambiente em grande escala. Os desastres ecológicos podem assumir proporções muito maiores do que aquelas que podemos calcular ou prevenir.

– O sincretismo religioso que o fundamentalismo terrorista irá fomentar cada vez mais. O ecumenismo traduzido no Concílio Mundial de Igrejas, no Parlamento Mundial das Religiões, nas exéquias do Papa João Paulo II que congregou católicos romanos, ortodoxos, protestantes, islâmicos, judeus, hindus, budistas, etc.

– A Palavra de Deus ao alcance da quase totalidade dos habitantes da terra através dos meios de comunicação e das novas tecnologias de informação.

Acredito que a Igreja que espera o retorno de Jesus Cristo é uma Igreja gloriosa e triunfante, pela acção do Espírito Santo, e que em muitas partes do globo vive sob perseguição, sem sinais exteriores de riqueza, sem prosperidade ostensiva (Filipenses 1:6; Efésios 5:27). Simultaneamente é visível a crise de amor e fé, bem como o incremento da apostasia, biblicamente referenciadas (Mateus 24:12; Lucas 18:8; 1 Timóteo 4:1-5).

Acredito que a convicção da eminente segunda vinda de Jesus não provoca necessariamente uma atitude escapista ou imobilista, mas acção evangelizadora e santidade de vida (1 Tessalonicenses 5:4-11). É o Espírito Santo que pode soprar sobre nós a realidade do Pentecostes de modo a que não nos conformemos, não nos tornemos reféns da indiferença e da apatia, qualquer que seja a perspectiva escatológica.

Jesus vem e nós somos a Sua geração para alcançarmos esta geração.

Uma última palavra a todos os nossos leitores para que levem a sério a pessoa de Jesus Cristo. Leiam a Sua Palavra, escutem os Seus ensinos, acolham as Suas advertências, acolham o Seu perdão, creiam n’Ele, arrependam-se dos seus pecados e convertam-se à nova realidade que veio trazer. Só Ele nos pode reconciliar com Deus. Só Ele nos pode levar ao Pai, porque só Ele é Deus que se fez homem. Só o Deus connosco nos pode levar de volta à casa do Pai!

“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” (João 14:6).

Samuel R. Pinheiro

www.samuelpinheiro.com

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About EL HINCHA Mag Cal Cauvin Calvinista Inclusivo

Protestante por consciência calvinista e zuingliana, um teísta remanescente (cristão integrado na Oholyáo de YÁOHU UL) antinominiano ecuménico e inclusivo (agostiniano, espiritualidade carmelita dos descalços, espiritualidade montfortina, espiritualidade dos presbiteranos liberais da PCUSA: http://www.pcusa.org/, cristianismo redivivo; atento às notícias da ciência hodierna, sempre numa perspectiva inclusiva de todos os Yaoshorulitas e demais seres relacionais) por a absoluta graça do Soberano YÁOHU UL da História e da legenda. Protestante reformado (Baptista particular), cheunguiano (Vincent Cheung, vide: http://robertovargas-make.blogspot.com/2010/08/da-interpretacao-de-textos.html), pós-milenista bíblico, preterista parcial, reconstrucionista(herancareformada.blogspot.com/ 2010/02/o-teonomismo-implicacoes-teologicas.html), teonomista (dominionista), pressuposicionalista, supralapsariano (http://www.monergismo.com/textos/predestinacao/infra_supra_phil.htm), tudo em desenvolvimento; reformar sempre a reformar. Sempre a reformar.

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