ACADEMIA DE TEOLOGIA PARTE II

 

¡España...

¡España, Vida Sí!

Este domingo 7 de marzo España se manifiesta a favor de la vida. La Tarde con Cristina ha realizado un especial con ‘Materia Prima‘, conjunto formado por Mónica, Juan y Pedro Fernández de Valderrama, que destina los beneficios de su último disco, "La suma de nuestros días", a la Fundación Madrina;  y con Ricardo del Pozo, productor de Siloé Films, que ha llevado a cabo el documental "Tiempo para una vida".

cope.es/la-tarde-con-cristina (PROGRAMA CONTRA O ABORTO)

magcalcauvin.spaces.live.com

 

 
(Foto: Lima Duarte no filme de Manoel d’Oliveira, Palavra e Utopia)

Igreja de Santa Isabel, em Lisboa, o actor Luís Miguel Cintra "pregou" o Sermão de Quarta-Feira de Cinzas, do Padre António Vieira. Esta iniciativa insere-se num ciclo de actividades propostos pela Paróquia de Santa Isabel e Capela do Rato, que continuará nos próximos dias 11 e 18, com duas "Conversas à Capela", sobre o tema "Deus: questão para Crentes e não-Crentes". Na primeira, participam Alberto Vaz da Silva, Pedro Tamen e Ricardo Araújo Pereira, com moderação de Laurinda Alves. Na segunda, a conversa é feita com Assunção Cristas, Henrique Raposo e Pedro Adão e Silva, com João Wengorovius Meneses a moderar. Todas as actividades são às 21h30.

Para aguçar o apetite, fica aqui o início do sermão, proferido em 1670, na Igreja de S. António dos Portugueses, em Roma:

Memento homo, quia pulvis es, et in pulverem reverteris (Lembra-te homem, que és pó, e em pó te hás de converter)

O pó futuro, em que nos havemos de converter, é visível à vista, mas o pó presente, o pó que somos, como poderemos entender essa verdade? A resposta a essa dúvida será a matéria do presente discurso.
Duas coisas prega hoje a Igreja a todos os mortais, ambas grandes, ambas tristes, ambas temerosas, ambas certas. Mas uma de tal maneira certa e evidente, que não é necessário entendimento para crer: outra de tal maneira certa e dificultosa, que nenhum entendimento basta para a alcançar.

Uma é presente, outra futura, mas a futura vêem‑na os olhos, a presente não a alcança o entendimento.
E que duas coisas enigmáticas são estas? Pulvis es, tu in pulverem reverteris: Sois pó, e em pó vos haveis de converter. — Sois pó, é a presente; em pó vos haveis de converter, é a futura.

O pó futuro, o pó em que nos havemos de converter, vêem‑no os olhos; o pó presente, o pó que somos, nem os olhos o vêem, nem o entendimento o alcança.

Que me diga a Igreja que hei de ser pó: In pulverem reverteris, não é necessário fé nem entendimento para o crer. Naquelas sepulturas, ou abertas ou cerradas, o estão vendo os olhos. Que dizem aquelas letras? Que cobrem aquelas pedras? As letras dizem pó, as pedras cobrem pó, e tudo o que ali há é o nada que havemos de ser: tudo pó.

Vamos, para maior exemplo e maior horror, a esses sepulcros recentes do Vaticano. Se perguntardes de quem são pó aquelas cinzas, responder‑vos‑ão os epitáfios, que só as distinguem: Aquele pó foi Urbano, aquele pó foi Inocêncio, aquele pó foi Alexandre, e este que ainda não está de todo desfeito, foi Clemente.

De sorte que para eu crer que hei de ser pó, não é necessário fé, nem entendimento, basta a vista. Mas que me diga e me pregue hoje a mesma Igreja, regra da fé e da verdade, que não só hei de ser pó de futuro, senão que já sou pó de presente: Pulvis es?

Como o pode alcançar o entendimento, se os olhos estão vendo o contrário? É possível que estes olhos que vêem, estes ouvidos que ouvem, esta língua que fala, estas mãos e estes braços que se movem, estes pés que andam e pisam, tudo isto, já hoje é pó: Pulvis es?

Argumento à Igreja com a mesma Igreja: Memento homo. A Igreja diz‑me, e supõe que sou homem: logo não sou pó. O homem é uma substância vivente, sensitiva, racional.

O pó vive? Não. Pois como é pó o vivente?

O pó sente? Não. Pois como é pó o sensitivo?

O pó entende e discorre? Não. Pois como é pó o racional?

Enfim, se me concedem que sou homem: Memento homo, como me pregam que sou pó: Quia pulvis es? Nenhuma coisa nos podia estar melhor que não ter resposta nem solução esta dúvida. Mas a resposta e a solução dela será a matéria do nosso discurso. (…)

Em que cuidamos, e em que não cuidamos?

Homens mortais, homens imortais, se todos os dias podemos morrer, se cada dia nos imos chegando mais à morte, e ela a nós, não se acabe com este dia a memória da morte.

Resolução, resolução uma vez, que sem resolução nada se faz. E para que esta resolução dure e não seja como outras, tomemos cada dia uma hora em que cuidemos bem naquela hora. De vinte e quatro horas que tem o dia, por que se não dará uma hora à triste alma?

(…) E porque espero da vossa piedade e do vosso juízo que aceitareis este bom conselho, quero acabar deixando‑vos quatro pontos de consideração para os quatro quartos desta hora. Primeiro: quanto tenho vivido? Segundo: como vivi? Terceiro: quanto posso viver? Quarto: como é bem que viva?

Torno a dizer para que vos fique na memória: Quanto tenho vivido? Como vivi? Quanto posso viver? Como é bem que viva? Memento homo!
(O texto completo do sermão está aqui)
 
 
 

Teens rally for sex education in the USA

Em Espanha: cope.es/la-tarde-con-cristina

US Politics » Student organized rally after bill failed in committee
Updated: 03/06/2010 AD

Jennifer Trujillo didn’t think she could get pregnant the first time she had sex.

But that’s what happened when she was only 16. It wasn’t until she transferred to an alternative school for young mothers that she was shown a detailed sex education film.

"If I had seen that film when I was in regular school, it never would have happened," said Trujillo, now 29.

Stories such as Trujillo’s are the reason more than 100 students and parents marched Saturday through downtown Salt Lake City to the Capitol. There, they delivered letters to lawmakers, urging them to consider changing sex education in Utah. West High School senior Emma Waitzman organized the rally after a Senate committee refused to hear a sex education bill.

The bill would have clarified state law to help teachers understand they are allowed to teach about contraception. Now, some teachers avoid the topic out of fear of accidentally breaking state law, which prohibits "the advocacy or encouragement" of contraception. The bill also would have directed the State Office of Education to develop materials on contraception for teachers to use and would have made those materials available for parents to review.

Sen. Stephen Urquhart, R-St. George, the state PTA, the Planned Parenthood Action Council and others worked on the bill, but ultimately no one on the Senate Education Committee was willing to make a motion to consider it.

"Obviously, there are a lot of people for


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it, and the senators didn’t listen to us at all, so now we’re forcing them to listen," Waitzman said. "If the legislators don’t listen to the public after this, then they just don’t represent the people."

After the committee meeting, several senators said they couldn’t support the bill for various reasons. Committee chair Sen. Curtis Bramble, R-Provo, said he didn’t see a need to change sex education in Utah saying, "The data, the outcomes that currently we see in Utah compared to other states that have a much different view of high school sex education, Utah’s doing pretty well."

Sen. Howard Stephenson, R-Draper, said after that meeting he didn’t think classrooms were the place for such instruction and he’d rather see such courses offered online.

But the teens and parents who marched to the Capitol had a much different take. They wore blue T-shirts proclaiming "Right to Know" on the front, and "Sex Ed" and a list of sponsors on the back. They carried signs saying "Teach me! I want to know," and "Knowledge is power." They ate sugar cookies and cupcakes decorated with the names of sexually transmitted diseases and phrases such as "health" and "sex ed" in frosting.

As they marched up State Street from Library Square to the Capitol, they chanted "What do we want? Sex education. When do we want it? Now," and "One, two, three, four, ignorance no more." Passing drivers honked in support.

Many of the teens heard about the rally through word of mouth, text messages and Facebook.

"I think this is one of the most important subjects we could learn," said Narnia Brockman, a sophomore at the Academy for Math, Engineering and Science. "If it’s not going to be taught in the home it needs to be taught somewhere."

Renee Widdison, a University of Utah senior, said it’s a "tragedy" that students don’t learn more in high school.

"The leaders of the state are living in a fantasy world where no one has sex until they’re married and then they get married and know everything they need to know," Widdison said.

Rep. Lynn Hemingway, D-Holladay, created a bill similar to Urquhart’s but said he doesn’t plan to push it forward this session.

"We ran into a stone wall in the Senate and there really wasn’t any appetite to debate this over in the House," he said Saturday. Instead, he said he hopes to work with the State Office of Education to clarify the curriculum and might bring the bill back next year.

Still, the teens said they’re committed to the cause.

Though Trujillo didn’t march with the group — she just happened to run into them while visiting the library — she told her story to Waitzman and commended the group for taking a stand on behalf of teens who wish they knew more.

lschencker@sltrib.com

SUGESTÃO – RÁDIO

Links 

cope.es/la-tarde-con-cristina

La Tarde con Cristina

NB: HORA C.E.T.

Image

BYU sophomore Mika Yerman, right, hands a serving of rice, beans and tortillas to Kim Mendez during the annual Hunger Banquet at the Wilkinson Center at BYU in Provo, Utah, USA, on Saturday.

Christian Gallagher serves at a "well-to-do" table during the Hunger Banquet, in which students are divided up into income groups. (Kristin Murphy, Deseret News)

 

Ayumi Kodama, one of the 70 percent "poor," drinks water from a plastic bag during Saturday’s Hunger Banquet at BYU. (Kristin Murphy, Deseret News)
 
 

Students taste inequality at BYU hunger banquet

By Sara Israelsen-Hartley

Deseret News

Published: Saturday, March 6, 2.010 AD

PROVO, UTAH, USA — Sitting on a piece of cardboard, it’s hard not to feel jealous of those in chairs eating lavish plates of Italian food and drinking from crystal glasses.

But I’m not alone.

There are several hundred of us crammed on the floor, sharing plates of tortillas, rice and beans and drinking water from small plastic bags.

We’re learning about global income inequality in a very real way at the 20th annual Hunger Banquet at BYU, hosted by the David M. Kennedy Center for International Studies and Students for International Development.

It’s the largest banquet yet, organizers say, as they explain that those of us on the floor represent 70 percent of the world’s population.

Twenty percent of the nearly 1,200 in attendance are sitting on the edges of the room in chairs eating a hot dog and chips.

The world’s wealthy are up front; the 10 percent at tables with waiters and a multiple-course meal.

"There will be the temptation to leave feeling hungry and frustrated," a sign instructed us as we entered. "Don’t. This is how the majority of people feel after every meal."

Though it’s harder to know what’s potentially more upsetting, the meager meal, cramped legs or the "tourists" walking around gawking, taking pictures and asking if anyone speaks English.

Greed and corruption personified stalk the aisles offering extra food — for a hefty price — that the upper class turned down.

My focus is on the food, or the lack thereof, until the entertainment starts and a group of Aztec dancers begins their exotic cultural display wearing brilliantly feathered headdresses.

Then there’s the Sri Radha Krishna Temple Group that leads the audience in a chant of peace.

As I watch, entranced, it becomes less about the food, and the evening’s motto begins to really sink in: "Celebrate Human Dignity."

All of a sudden, it isn’t about rich or poor or how much food I didn’t get. It’s about us — a global family of people with dreams, talents and abilities.

"The difference here lies not in your worth but in your circumstance," Peter Carroll, co-president of Students for International Development, tells the audience.

And that’s the message keynote speaker Martin Burt, a politician turned activist from Paraguay, leaves.

"It’s not about us and them," he says. "That’s the worst thing we can do — think of the poor and hungry as a different kind of people. They’re just like you and me, except we were born in the right ZIP code."

Burt praises BYU for having a Hunger Banquet, because it means the students and community members believe that hunger can be overcome.

"I understand that many of you believe in Zion," he tells the audience. "Maybe there is Zion here in Utah. But maybe there is Zion in other people. We can be pioneers in helping other people (find) their Zion."

For more information visit: kennedy.byu.edu/student/SID/hunger/.

e-mail: sisraelsen@desnews.com

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About EL HINCHA Mag Cal Cauvin Calvinista Inclusivo

Protestante por consciência calvinista e zuingliana, um teísta remanescente (cristão integrado na Oholyáo de YÁOHU UL) antinominiano ecuménico e inclusivo (agostiniano, espiritualidade carmelita dos descalços, espiritualidade montfortina, espiritualidade dos presbiteranos liberais da PCUSA: http://www.pcusa.org/, cristianismo redivivo; atento às notícias da ciência hodierna, sempre numa perspectiva inclusiva de todos os Yaoshorulitas e demais seres relacionais) por a absoluta graça do Soberano YÁOHU UL da História e da legenda. Protestante reformado (Baptista particular), cheunguiano (Vincent Cheung, vide: http://robertovargas-make.blogspot.com/2010/08/da-interpretacao-de-textos.html), pós-milenista bíblico, preterista parcial, reconstrucionista(herancareformada.blogspot.com/ 2010/02/o-teonomismo-implicacoes-teologicas.html), teonomista (dominionista), pressuposicionalista, supralapsariano (http://www.monergismo.com/textos/predestinacao/infra_supra_phil.htm), tudo em desenvolvimento; reformar sempre a reformar. Sempre a reformar.

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