ESCOLA DOMINICAL DO SHABBAT – DISCIPLINAS “101”

 
 
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SHABBAT/SUNDAY»»C.BIBLESCHOOL
 
CATEQUESE SABATISTA
 INTRO
 
 
A IGREJA CRISTÃ

Entre as pessoas Batistas do Sétimo Dia, a Igreja é considerada ambos, tanto como o corpo universal de Cristo quanto à comunidade local de seguidores organizados de Cristo. Essa convicção dupla é mantida em comum entre praticamente todos os outros grupos de Cristãos. Assim os Batistas do Sétimo Dia consideram-se Cristãos. Contudo, até mesmo um pequeno conhecimento sobre eles revelará que eles são animados e descendentes espirituais dos Anabatistas do século 16, e que insistem na liberdade da consciência individual sob os imperativos das escrituras e no batismo de adultos que crêem. Assim, eles se chamam Batistas.

A coisa mais evidente a seu respeito, contudo, é que eles mantêm convicções especiais concernentes à santidade do tempo e têm seus cultos no Sábado, que é o sétimo dia. Por conseguinte, eles se intitulam os Batistas do Sétimo Dia.

O CORPO UNIVERSAL DE CRISTO

A Igreja, afirma a Declaração do Credo adotada pela Conferência Geral Batista do Sétimo Dia em 1937, “é a companhia total das pessoas redimidas, juntadas pelo Espírito Santo em um só corpo”. Os Batistas do Sétimo Dia tencionam reconhecer a objetividade desta companhia: a igreja existe no mundo e na história por causa da vontade de Deus em fazer seu trabalho entre e através dos seus filhos humanos. O capítulo 12 da Primeira Carta aos Coríntios deixa essa dimensão bem clara: existe um Espírito Santo unindo a diversidade de dons e talentos; um Deus une a diversidade de forma e serviços (funções). A igreja é, portanto uma, embora ela tenha muitos membros trabalhando juntos como assim faz o corpo o humano. A passagem tem a sua predominância em: “Ora vós sois o corpo de Cristo, e distintamente membros dele”. I Coríntios 12:27. Ele enfatiza a unidade de muitas pessoas com suas separadas funções que simplesmente não conseguiriam estar ou trabalhar juntas exceto pelo propósito redentor de Deus. É a presença do Espírito de Cristo que faz um grupo de pessoas comuns e diversas uma igreja.

Contudo, os Batistas do Sétimo Dia em geral não sentem que qualquer instituição ou organização humana possa, ou deva, ser estabelecida para governar ou controlar as partes do corpo universal de Cristo. Quando se trata de fazer o trabalho de Cristo no mundo, eles colocam a sua ênfase em corpos locais e discipulado individual.

A CONFRATERNIZAÇÃO LOCAL DE CRISTÃOS
A Declaração de Fé também afirma que “a igreja local é uma comunidade de seguidores de Cristo”.

É sobre esta associação local de pessoas vivendo de trabalhando perto uma das outras e unidas por uma lealdade comum a Cristo que os Batistas do Sétimo Dia colocam a mais pesada ênfase nesta qualidade de membro da igreja. Eles tendem a achar seu modelo de associação no Novo Testamento ao invés de na era Apostólica, Católica ou Reformista. Lá o corpo básico era um pequeno grupo: “onde dois ou três estiverem reunidos me meu nome”, Mateus 18:20 Cristo era muito provável de ser encontrado. Havia 12 discípulos, que cresceram para cento e vinte e somente mais tarde para três mil. Com o tempo a associação tornou-se um

movimento mundial, mas a vida do Cristão, sentem os Batistas do Sétimo Dia, é mais apta a ser nutrida e crescer em uma relativamente pequena associação. Na igreja Cristã, é uma lealdade comum a Cristo que une o grupo e o faz um. A este respeito, a associação dos discípulos de Cristo é diferente de qualquer outra associação no mundo.

Quando esta lealdade central é perdida, como às vezes acontece, a irmandade não é mais uma igreja e sim um clube secular e não muito diferente de qualquer outro grupo. De forma a preservar essa especial lealdade, as igrejas algumas vezes desenvolvem testes de convicções doutrinárias e estilos de vida. As maneiras que isso tem sido feito têm sido diferentes através do tempo. Algumas vezes, testes doutrinários foram rigorosamente aplicados, e exigências complicadas de fé foram escritas: se uma pessoa não pudesse consentir com todas elas sem reserva mental ou verbal, ela não poderia pertencer àquela igreja em particular. Isso aconteceu, por exemplo, durante o período da Contra-reforma, quando parecia muito importante saber se uma pessoa era uma Romana, uma Luterana, uma Calvinista ou uma Anabatista.

Os Batistas do Sétimo Dia entendem a igreja como um corpo de “crentes batizados”, e com isso eles geralmente querem dizer que o batismo público por imersão é escolhido por uma pessoa após ela ter crido em Cristo e tê-lo aceito como salvador pessoal.

Eles geralmente consideram que existe um conjunto irredutível de convicções que tipifica o seguidor de Cristo e que esse conjunto se baseia nas escrituras como única e suficiente fonte, e que isso será publicamente afirmado pelo Crente. Eles também esperam que aquele que escolhe identificar-se com uma igreja Batista do Sétimo Dia cultuará com uma congregação local Batista do Sétimo Dia no Sábado e fará esforços conscientes e observáveis em conduzir-se desde o por do sol da sexta-feira até o por do sol do Sábado com especial referência à santidade e ao simbolismo daquele tempo.

Contudo, relembrando seu próprio passado coletivo no qual eles foram perseguidos em ambas a velha e a nova Inglaterra pela sua dissensão de credos oficiais, eles têm sido extremamente desconfiados de testes humanos de lealdade a Cristo. Eles não têm nenhum credo obrigatório ao qual os membros devam consentir. Eles consideram que a liberdade de pensamento é uma condição essencial para a orientação do Espírito Santo e assumem que a orientação é mais definitiva para o presente do que quaisquer declarações formalizadas ou práticas institucionais do passado. Quando eles se organizam em uma igreja local, é normalmente em volta a pacto mútuo. Portanto, em contraste a algumas outras igrejas, as igrejas Batistas do Sétimo Dia tendem a ser flexíveis, livres e funcionais em suas exigências de confraternização. De fato, diz-se algumas vezes que quando dois ou três Batistas do Sétimo Dia se reúnem, existem duas ou três posições teológicas diferentes.

A INSTITUIÇÃO ORGANIZADA
Os Batistas o Sétimo Dia reconhecem que embora a igreja seja basicamente e primeiramente uma confraternização, ela é também uma instituição, e deve ser organizada para sobreviver no mundo e para servi-lo.
A Declaração de Fé dos Batistas do Sétimo Dia afirma que a igreja local é “organizada para comunhão”.
A igreja como uma sociedade é também humana e, portanto, bem distante de ser perfeita. Porque seus membros são humanos, eles pecam, na comunhão dos santos tanto quanto fora dela. Porque suas experiências diferem, as pessoas diferem, e em uma área tão profunda quanto a crença em Deus e sua

confiança na sua própria salvação eterna, as diferenças podem tornar-se intensas tanto quanto profundas. Porque eles são limitados em habilidades e recursos, os Cristãos precisam estruturas de forma que eles possam trabalhar juntos, confortando as tristezas, ministrando aos doentes e aconselhando aqueles que estão em necessidade.

A igreja é organizada para tornar o poder de Deus disponível a cada situação humana. Os Cristãos precisam também aprender como suprir cada necessidade espiritual ou física de um a outro porque eles estão unidos em uma comunhão de amor mais forte do que a sua própria. Como todos os outros Cristãos, os Batistas do Sétimo Dia se organizam em igrejas e grupos de igrejas para reforço mútuo e extensão da sua comunhão.

A igreja local, de acordo com a Declaração, é também organizada “para o serviço”.

A associação de crentes redimidos existe para ajudar as pessoas a fazerem a vontade de Deus como revelada em Cristo. Isso significa nada menos que o aumento do amor semelhante ao de Cristo nas relações humanas. Aplica-se às suas relações entre família, amigos e associados próximos, quer ou não que eles comunguem com você na sua sociedade Cristã. Aplica-se também aos vastamente mais complexos relacionamentos de nações, raças, culturas e grupos econômicos.

O mandamento de Cristo foi “ide a toda terra”, Mateus 28:19f e a igreja deve organizar-se para ensinar o valor supremo de cada pessoa àqueles que não acreditam. Perto ou longe. Ela estende cuidado aos fracos e desamparados. Ela entra nas lutas pela abolição de qualquer forma de escravidão e pela integração absoluta das pessoas de todas as raças em uma sociedade de amor e graça. Ela dedica-se a erguer as posições das mulheres e crianças, ao estabelecimento de hospitais e agências sociais, a desafiar a injustiça, e à criação daquela propensão mundial que é o princípio da paz entre os homens e daquela propensão mundial cósmica a qual é o fundamento da paz entre os homens e a natureza. A sociedade local de crentes resiste a tirania e a perseguição onde quer que ela possa ocorrer. Em países distantes elas tornam-se a sociedade espiritual dos povos de outra forma em guerra entre eles.

Os Batistas do Sétimo Dia sentem que eles devem manter as suas organizações simples e rigorosamente democráticas. Eles sentem que eles têm bases bíblicas para sua simplicidade. Eles também sentem que as instituições tendem a sufocar a comunhão e a liberdade. Eles mantêm comunhão com outras igrejas, mas eles mantêm as associações (filiações) voluntárias. Eles insistem na independência total da igreja e do Estado.

A Declaração afirma que a igreja também é organizada “para cultuar”. Naturalmente, a intolerância e o compromisso na sociedade daqueles que dizem seguir seu Mestre divino-humano sempre tem ameaçado o progresso no mundo e algumas vezes ameaçou a própria vida e testemunho da igreja. Portanto, a igreja deve perpetuamente examinar-se a si mesma à luz da vida do seu Mestre, purificando seu próprio corpo de todo snobismo, preconceito racial, mesquinhez (estreiteza), e justiça própria. As pessoas da igreja devem, portanto, repetida e regularmente juntar-se para buscar a purificação da presença de Deus e a direção de sua vontade. De forma a servir seus irmãos seguidores e ao mundo, eles cultuarão regularmente.

Os Batistas do Sétimo Dia têm geralmente resistido o desenvolvimento de rituais elaborados. Uma vez que eles sentem que o Novo Testamento dá uma regra de fé que é suficiente, eles também sentem que ele provê um conjunto de orientações para o culto. As cerimônias especiais que significam a iniciação na vida Cristã e a sua continuação são freqüentemente chamadas “ordenanças” pelos antigos Batistas do Sétimo Dia ao invés de “sacramentos”, e são somente duas entre os Batistas do Sétimo Dia: Batismo e a Ceia do Senhor. A vida do culto da comunidade é centrada em reuniões semanais aos Sábados, e os primeiros ingredientes são a leitura pública e o estudo das escrituras, a proclamação do evangelho e a sua relevância contemporânea, e testemunho para fé e vida pessoal. A oração pública é praticada e a devoção pessoal é encorajada.

Os Batistas do Sétimo Dia organizam as suas igrejas, conduzem os seus negócios, reforçam a sua comunhão, dão assistência às suas pessoas desde o nascimento até Além, em linha com estas convicções a respeito da natureza da igreja como a “companhia das pessoas redimidas juntadas pelo Espírito Santo”. Através de três séculos eles têm desenvolvido algumas maneiras características de fazer estas coisas. O estilo dos Batistas do Sétimo Dia é o resultado da interpenetração das Escrituras, fé e tradição não escrita de um lado, e simplicidade, intimidade e diversidade pessoal do outro. O resultado nem sempre é autoconsistente, e nem sempre completamente no espírito de Cristo, mas qualquer que sejam os seus erros e faltas, eles pretendem ser os servos humildes e eficazes do seu Mestre. 
 
 
 

       World News & Prophecy

portalbatista.org.br

 

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 CADEIRA 1 [AULA 1]

March 11, 2.010 AD – The Morning Star of Prophecy

Dear World News and Prophecy reader,

For 47 years I have been a student of Bible prophecy. There are times when one sees a flash of light that clearly defines the prophetic landscape. I wonder if this is such a time.

 

Bible

 

For nearly two years a financial crisis has redefined the United States and Europe. A mortgage bubble burst and exposed deep problems among top banks and financial institutions. Wall Street nearly collapsed in September 2008. Government bailouts prevented complete collapse but resulted in hundreds of billions of dollars of additional debt. The U.S. debt load is spiraling upward and threatens to destroy America’s once preeminent role of world superpower. Unless the increased debt is stopped, America is headed toward economic serfdom. Creditor nations will dictate its future.

Europe is seeing its own challenges. Iceland has defaulted on its debt. Greece could be next unless someone, like Germany, steps in to prop up its economy. Other EU member states, Italy, Spain, Ireland and Portugal, could follow. The EU appears to be in a crisis that will force changes to its current configuration. Germany, Europe’s strongest nation, is in a key position to expand its historic influence. Melvin Rhodes covers this in more detail in the cover article for this issue.

Since age 12 I have been aware that a German-led Europe would one day play a key role in end-time prophecy. Maintaining an alert awareness of this has admittedly been a challenge. Youth, marriage and family commitments, as well as keeping up with a demanding career, tug and pull on one’s focus. But this idea has never left my mind.

So as I have watched this current financial crisis unfold, I have realized we may have a front-row seat to events long foretold in the books of Daniel and Revelation. The role of the English-speaking nations, led by Great Britain and the United States, is in decline. This was prophesied. A European-centered colossus is rising that will play a pivotal role in events leading to the return of Jesus Christ. This, too, is prophesied.

When astute observers of world politics begin to sound these same themes with an eye to history, it makes you stand up and take notice. What I heard as a child, and what I study and write about today, is coming to pass. It makes me wonder just how close we are to the culmination of these prophecies.

Peter, writing about prophecy, may have had this in mind. "And so we have the prophetic word confirmed, which you do well to heed as a light that shines in a dark place, until the day dawns and the morning star rises in your hearts" (2 Peter 1:19). The closer we come to the time, the clearer we will see and understand certain prophecies—as a "light that shines in a dark place."

Watching and understanding such prophecies is a challenge. I find it a paradox that in our globally connected, social Web world, we can know what happens in virtually any part of the world, yet we are not able to understand what it all means and what it tells us about our future. We can know anything globally, yet we place our focus on what is local. Technology connects us, but it does not by itself give us understanding. For that, we must turn to the Bible.

As events continue to fulfill end-time prophecy, it is important we keep our eyes focused on the One who is guiding and directing all events. Jesus Christ, the true Morning Star (Revelation 22:16), will give us understanding of what it all means.

Darris McNeely
Keep watching,
Darris McNeely
Managing editor
World News & Prophecy

March/April 2010 World News & Prophecy
Could a Greek Tragedy Bring Down the Euro?
Islamic Culture in Europe: Main Street or Side Street?
Coming Food Crises Threaten Mankind
A Page on the World: Churchill
This Is The Way…"Who Is Worthy?"

Free Bible Study Guides
The Bible is a unique book full of inspiration, wisdom and practical answers. But it doesn’t claim to be an easy book. It can be intimidating and overwhelming on first glance. These Bible Study Guides are designed to help.
What Happens After Death?
Why Does God Allow People to Suffer?
Dealing With Unemployment
Armor of God: The Belt of Truth

Beyond Today Web TV
A Crisis of Character
In a society where morality and integrity are often lacking, learn how you can choose to always do what is good and right.
Will Suffering End?
If God is loving and all-powerful, where is He when people endure misery, distress and anguish? Discover surprising answers!

Good News Video Commentary
March 5, 2010 – Earthquakes and the Bible
February 26, 2010 – Competing for the Crown

Archived Good News Video Commentary

 

CADEIRA 2 [AULA 2]

ANSELMO  BORGES 

Ulisses e Abraão

 

 CADEIRA 3 [AULA 3]

RELIGIÓNDIGITAL.COM

http://www.periodistadigital.com/religion/

 

 CADEIRA 4 [AULA 4]

JORNAL 20 MINUTOS

20 minutos Vigo

Edición: Viernes 12.03.10 | portadas anteriores | ediciones completas anteriores

20 minutos Madrid

Edición: Viernes 12.03.10 | portadas anteriores | ediciones completas anteriores

 

CADEIRA 5 [AULA 5]

               

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              About EL HINCHA Mag Cal Cauvin Calvinista Inclusivo

              Protestante por consciência calvinista e zuingliana, um teísta remanescente (cristão integrado na Oholyáo de YÁOHU UL) antinominiano ecuménico e inclusivo (agostiniano, espiritualidade carmelita dos descalços, espiritualidade montfortina, espiritualidade dos presbiteranos liberais da PCUSA: http://www.pcusa.org/, cristianismo redivivo; atento às notícias da ciência hodierna, sempre numa perspectiva inclusiva de todos os Yaoshorulitas e demais seres relacionais) por a absoluta graça do Soberano YÁOHU UL da História e da legenda. Protestante reformado (Baptista particular), cheunguiano (Vincent Cheung, vide: http://robertovargas-make.blogspot.com/2010/08/da-interpretacao-de-textos.html), pós-milenista bíblico, preterista parcial, reconstrucionista(herancareformada.blogspot.com/ 2010/02/o-teonomismo-implicacoes-teologicas.html), teonomista (dominionista), pressuposicionalista, supralapsariano (http://www.monergismo.com/textos/predestinacao/infra_supra_phil.htm), tudo em desenvolvimento; reformar sempre a reformar. Sempre a reformar.

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