TRINDADE

 

 

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the End of Days By Ricardo

 

The End Of Days By Ricardo

 

 

 

 

 

 

 

 

TRINDADE

 

I
A revista The Living Pulpit, no número de abril-junho de 1.999 AD, definiu o ensino da Trindade deste modo: “Há um D-us e Pai, um Senhor, Jesus Cristo, e um Espírito Santo, três ‘pessoas’ . . . que são as mesmas ou uma na sua essência . . . ; as três são igualmente D-us, possuindo as mesmas qualidades inerentes, mas pessoas realmente distintas, conhecidas por as suas características pessoais.”#

 

# O Credo de Atanásio, elaborado algumas centenas de anos depois da morte de YAOHÚSHUA, definiu assim a doutrina da Trindade: “O Pai é D-us, o Filho é D-us, o Espírito Santo é D-us; e, no entanto, não são três deuses, mas D-us é um só.” Vide também o debate sobre Credos: http://www.monergismo.com/textos/trindade/trinitarianismo-westminster_reymond.pdf

 CONTRADITÓRIO ESCOLIASTA

Onde surgiu este complexo ensino da santíssima Trindade? A revista Christian Century, no número de 20-27 de maio de 1.998 AD, cita um Pastor que reconhece que a Trindade é “um ensino da Igreja, em vez de um ensino de Jesus”.

 

Na edição de 1.999 AD sobre a Trindade, a revista The Living Pulpit observou: “Às vezes parece que todas as pessoas presumem que a doutrina da Trindade é um ensino teológico cristão padrão.” Mas acrescentou que não é “um conceito bíblico”.

 

II

 

A New Catholic Encyclopedia (Nova Enciclopédia Católica, 1.967 AD) considera detalhadamente a doutrina da Trindade e reconhece: “O dogma trinitariano é, em última análise, uma invenção do final do quarto século [AD]. . . . A formulação de ‘um só D-us em três pessoas’ não foi solidamente estabelecida, por certo não plenamente assimilada na vida cristã e na sua profissão de fé, antes do fim do quarto século [AD].”

 

Martin Werner, Professor da Universidade de Berna, Suíça, observou: “Sempre que o Novo Testamento considera a relação de Jesus com D-us, o Pai, quer com referência à sua vinda como homem, quer à sua posição como Messias, entende-se e descreve-se esta relação, sem dúvida nenhuma, como de subordinação.”

D-US COMO UMA TRINDADE 

O escoliasta Antonio Neves Mesquita afirma, no entanto, que os antigos rabinos acreditavam na divindade do Messias, vide “A doutrina da Trindade no Velho Testamento”, p. 48. (http://www.vidanova.com.br/teologiadet.asp?codigo=140)

D-US COMO UMA TRÍADE E COMO UMA TRINDADE

O SIGNIFICADO DO NOME DE D-US REVELADO

 

 

PERGUNTA SOBRE O DOGMA DA TRANSUBSTANCIAÇÃO
– “A doutrina da Transubstanciação afirma que na Eucaristia tanto o Pão quanto o Vinho se convertem, substancialmente, no Corpo de Cristo. Isto quer dizer que o Pão já não é pão e o Vinho já não é vinho; possuem a aparência, mas já não o são em substância; agora são o Corpo de Cristo, de modo que qualquer um pode afirmar que não está comendo pão, nem que está bebendo vinho.

 

 
 

 

 

O Catecismo da Igreja de Roma aponta assim:‘1374. (…) No Santíssimo Sacramento da Eucaristia estão ‘contidos verdadeira, real e substancialmente o Corpo e o Sangue juntamente com a alma e a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, e, por conseguinte, Cristo inteiro’ (Catecismo de Trento). ‘Esta presença é denominada ‘real’, não a título exclusivo, como se as outras presenças não fossem ‘reais’, mas por excelência, porque é substancial, e por ela Cristo, Deus e homem, se faz totalmente presente’ (MF 39).
1376. O Concílio de Trento resume a fé católica quando afirma: ‘Porque Cristo, Nosso Senhor, disse que o que ofereceria sob a espécie de pão era verdadeiramente seu Corpo, a Igreja sempre manteve esta convicção, que declara novamente o Santo Concílio: pela consagração do pão e do vinho se opera a mudança de toda a substância do pão na substância do Corpo de Cristo Nosso Senhor e de toda a substância do vinho na substância de seu Sangue; a Igreja Católica chamou ‘transubstanciação’ justa e apropriadamente a esta mudança’ (DS 1642).
1413. Pela consagração se realiza a transubstanciação do pão e do vinho no Corpo e Sangue de Cristo. Sob as espécies consagradas do pão e do vinho, o próprio Cristo, vivo e glorioso, está presente de maneira verdadeira, real e substancial, com seu Corpo, seu Sangue, sua Alma e sua Divindade’ (cf. Catecismo de Trento, DS 1640; 1651).’

Considerando este contexto, minha crítica não é teológica, mas prática, embora acarrete conseqüências teológicas:
Existe uma doença chamada ‘enfermidade celíaca’ (EC), que a Wikipedia assim descreve:

‘A enfermidade celíaca é uma doença autoimune caracterizada por uma inflamação crônica da parte proximal do intestino delgado, causada pela exposição de gliadina na dieta, uma proteína vegetal de certos cereais, chamada glúten (proteína presente no trigo, cevada, centeio, kamut, espelta e possivelmente aveia), por questões de contaminação cruzada’.

O problema é que esta proteína se encontra também no pão ou hóstia da Eucaristia e, portanto, para uma pessoa que padeça da referida doença não se recomenda que receba a comunhão, pois terá problemas com sua intolerância ao glúten.
E ainda que estas pessoas não tenham sido abandonadas pela Igreja, já que foi desenvolvido para elas hóstias com baixa quantidade ou ainda sem presença de glúten, para que não venham a ter problemas físicos por ocasião de receber a Eucaristia, pergunta-se:
Se o pão se converte verdadeiramente no Corpo e Sangue de Cristo, pessoas com enfermidade celíaca poderiam comer a hóstia sem sofrer nenhum problema, vez que esta já não é simples pão. Mas então por que sofrem os efeitos do glúten?”

 

RESPOSTA:No sacramento da Eucaristia – como qualquer sacramento – devemos distinguir a matéria (pão e vinho) da forma (as palavras de consagração pelas quais o sacerdote opera na Pessoa de Cristo – in Persona Christi -, por intervenção do Espírito Santo). É verdade – como você diz – que após a consagração já não existe mais pão e vinho, porém, como distingue São Tomás de Aquino, ainda que não esteja mais presente a substância do pão e do vinho, mas a do Corpo e Sangue do Senhor (isto é o que se chama justamente ‘Transubstanciação’), permanecem, no entanto, os acidentes do pão e vinho, isto é: cor, tamanho, peso, gosto etc. São Tomás explica assim:

“Consta, pelo testemunho dos sentidos, que após a consagração os acidentes do pão e vinho permanecem. E assim dispôs sabiamente a divina Providência. Primeiro, porque não é habitual entre os homens, mas coisa terrível, comer e beber carne e sangue humanos; por isso, nos é oferecida a carne e o sangue de Cristo sob as espécies que são mais frequentemente empregados pelos homens, isto é, pão e vinho. Segundo, para não expor este sacramento à burla dos infiéis, coisa que ocorreria se comêssemos o Senhor em seu estado físico. Terceiro, para que o fato de receber invisivelmente o corpo e sangue do Senhor aumente o mérito da nossa fé” (Suma Teológica 3,75,5).

Com efeito, se um sacerdote consumisse um litro de vinho consagrado (que é o Sangue de Cristo) poderia sofrer os efeitos do álcool; e se um fiel comesse dois quilos de pão consagrado [que é o Corpo de Cristo], seria saciado fisicamente, visto que ao conservar os acidentes, conservam-se também as propriedades. É que Jesus está verdadeira, real e substancialmente na Eucaristia, não na própria espécie (a forma como a vemos, tocamos etc.) mas em espécie alheia (as espécies do pão e vinho). Por isso, quando o comemos não lhe provocamos dor e quando uma hóstia cai no chão não machucamos a Cristo etc, pois isto só afeta os acidentes que mantêm contato com o exterior (ver, a propósito, Suma Teológica 3,73-74).

 
Autor: Miguel Angel Fuentes
Fonte:
http://www.apologeticacatolica.org
Tradução: Carlos Martins Nabeto
Fonte:
http://www.veritatis.com.br/article/5325

GLÚTEN
EXTRA: http://www.vidasemglutenealergias.com/comungando-sem-gluten/641/

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About EL HINCHA Mag Cal Cauvin Calvinista Inclusivo

Protestante por consciência calvinista e zuingliana, um teísta remanescente (cristão integrado na Oholyáo de YÁOHU UL) antinominiano ecuménico e inclusivo (agostiniano, espiritualidade carmelita dos descalços, espiritualidade montfortina, espiritualidade dos presbiteranos liberais da PCUSA: http://www.pcusa.org/, cristianismo redivivo; atento às notícias da ciência hodierna, sempre numa perspectiva inclusiva de todos os Yaoshorulitas e demais seres relacionais) por a absoluta graça do Soberano YÁOHU UL da História e da legenda. Protestante reformado (Baptista particular), cheunguiano (Vincent Cheung, vide: http://robertovargas-make.blogspot.com/2010/08/da-interpretacao-de-textos.html), pós-milenista bíblico, preterista parcial, reconstrucionista(herancareformada.blogspot.com/ 2010/02/o-teonomismo-implicacoes-teologicas.html), teonomista (dominionista), pressuposicionalista, supralapsariano (http://www.monergismo.com/textos/predestinacao/infra_supra_phil.htm), tudo em desenvolvimento; reformar sempre a reformar. Sempre a reformar.

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